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    Duff

    Page 28
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      coloquei m inha m ão em seu peito para afastá-lo.

      — Qual é o problem a? — perguntou.

      — Só quero deixar claro que você e eu não vam os transar hoj e, seu babaca

      — falei, m e lem brando de Vikki e da situação assustadora que ela havia

      enfrentado. Não que eu fosse m e tornar um a freira ou qualquer coisa do tipo,

      m as, depois de perceber com o poderia acabar na m esm a situação, soube que

      nosso relacionam ento precisaria m udar. — Se vam os fazer isso, vam os fazer do

      j eito certo. Vam os nam orar na velocidade norm al de um nam oro de ensino

      m édio.

      Wesley estendeu os braços e alcançou o pingente com a letra B no m eu

      peito, virando o presente que m inha m ãe havia m e dado com a ponta de seu

      dedo, quase com o se não estivesse ali tendo aquela conversa.

      — Mas nenhum de nós dois é norm al.

      — Isso é verdade — concordei. — Mas nessa parte vam os ser norm ais.

      Olha, não estou dizendo que não vam os voltar ao ponto em que estávam os. Mas

      vam os… Vam os um pouco m ais devagar.

      Wesley pensou por alguns segundos antes de deixar seu sorriso m alicioso

      voltar aos lábios.

      — Então tudo bem — disse ele, inclinando-se um pouco m ais para m e

      encarar. — Pra m im está ótim o. Existem outras coisas que a gente pode fazer. —

      Seus dedos soltaram m eu pingente e se m overam em direção à m inha nuca,

      produzindo um pequeno arrepio na m inha coluna. — Eu preciso term inar um a

      coisinha. Fom os interrom pidos da últim a vez, no seu quarto… Mas posso te

      m ostrar novam ente com o se faz. Estou ansioso por isso.

      Respirei fundo, tentando ignorar aquelas palavras e o estado de excitação

      em que elas m e colocaram .

      — Você vai m e levar pra encontros — continuei, lim pando a garganta. —

      Encontros bacanas. E nunca m ais vai m e cham ar de Duff.

      O sorriso irônico desapareceu outra vez.

      — Bianca — disse ele baixinho —, desculpa, eu não sabia quanto isso

      m achucava você. Nunca devia ter cham ado você daquilo. Eu não te conhecia na

      época. Eu não…

      Balancei a cabeça.

      — Não se incom ode em pedir desculpas — respondi. — Não perca seu

      tem po, o fato é o seguinte: eu sou um a Duff. Com o todas as pessoas no m undo.

      Som os todos Duffs.

      — Eu não sou um Duff — disse Wesley de m aneira confiante.

      — Isso é porque você não tem am igos.

      — Ah é! Verdade.

      — E — continuei — eu provavelm ente serei um a vaca a m aior parte do

      tem po. Garanto que descobrirei razões pra berrar com você todos os dias, e não

      se surpreenda se copos de bebida forem j ogados na sua cara de vez em quando.

      Essa sou eu, e você terá de lidar com isso. Não pretendo m udar por sua causa ou

      por ninguém . E eu…

      Wesley deslizou de sua banqueta e pressionou seus lábios contra os m eus

      antes que eu pudesse continuar a falar ou m e soltar. Um de seus braços enlaçou

      m inha cintura, m e puxando para j unto de seu corpo, e com sua m ão livre ele

      acariciou m eu rosto. Wesley m e beij ou de form a tão apaixonada que eu podia

      sentir nossa tem peratura subir.

      Foi só depois que nos desgrudam os em busca de ar que consegui raciocinar

      de novo.

      — Seu idiota! — gritei, em purrando-o para longe de m im . — Você m e

      beij ou pra m e fazer ficar quieta? Cara, você é m uito cretino. Eu jogaria um a

      bebida em você agora!

      Wesley deu um sorriso m alvado enquanto se apoiava no balcão do bar,

      quando repentinam ente m e lem brei dele dizendo que achava sexy quando eu

      ficava brava com ele. Vai entender.

      — Licença, Joe. — Ele cham ou o bartender. — Acho que a Bianca quer

      um a Coca Light.

      Apesar de m eus esforços para não fazer isso, sorri. Ele não era perfeito,

      nada nem perto disso. De qualquer form a, eu tam bém não era. Nós dois éram os

      um par de pessoas problem áticas. De algum m odo, isso fazia tudo ficar m ais

      em polgante. É doentio e bizarro, m as tam bém é bem real, não é m esm o? Já que

      escapar é im possível, porque não abraçar o caos?

      Wesley pegou m inha m ão com as dele e entrelaçou os dedos nos m eus.

      — Você está linda esta noite, Bianca.

      Agradecimentos Agradeço às pessoas incríveis com quem tive a honra de

      trabalhar. Minha editora, a incomparável Kate Sullivan, cujos cuidados e

      insights me ajudaram a tornar este livro um milhão de vezes melhor do que eu

      jamais pensei que poderia ser. Todo o pessoal da Poppy com seu entusiasmo

      incrível. E minha agente fabulosa, Joanna Stampfel-Volpe — que é, sem dúvida,

      a maior fã deste livro —, por sempre entender exatamente o que eu queria

      dizer. Obrigada a todos por fazerem os meus sonhos se tornar realidade.

      Um agradecim ento especial a todas as m inhas chefes de torcida: Hannah

      Wy dey, Linda Ge e Krista Ashe, por lerem este livro logo no com ecinho e ainda

      assim am á-lo; Am y Lukavics, m inha m elhor am iga virtual, um a m ulher

      im pressionante, que m e incentivou desde o prim eiro capítulo — o destino

      realm ente fez nossos cam inhos se cruzar!; Kristin Briana Otts, Kirsten Hubbard e

      Kristin Miller, por serem o m elhor grupo de apoio de todos os tempos. Espero que

      um dia tenham os um a noite de autógrafos do nosso livro coletivo. E um enorm e

      agradecim ento ao pessoal do Teens Writing for Teens, YA Highway e Absolute

      Write. Jam ais poderia ter feito isto sem vocês.

      Minha m ais profunda gratidão aos am igos que sem pre m e apoiaram : Shana

      Hancock, Molly Troutm an, Stacy Tim berlake, Aj a Wilhite, Ky le Walker, Cody

      Ogilby e Allison Austen. Obrigada por ficarem ao m eu lado enquanto escrevia

      este livro, m esm o quando eu deixava vocês com pletam ente loucas!

      E, acim a de tudo, obrigada à m inha fam ília, m am ãe, papai e Chelle: vocês

      sabiam que eu seria escritora, m esm o quando pensei que isso fosse im possível.

      Eu não chegaria a lugar nenhum sem o incentivo, a paciência e o am or de vocês.

      Nem todo m undo é abençoado com um a fam ília que apoia suas inclinações

      artísticas. Muito obrigada por acreditarem em m im . Eu am o vocês.

      Table of Contents

      Folha de rosto

      Créditos

      Dedicatória

      capítulo 1

      capítulo 2

      capítulo 3

      capítulo 4

      capítulo 5

      capítulo 6

      capítulo 7

      capítulo 8

      capítulo 9

      capítulo 10

      capítulo 11

      capítulo 12

      capítulo 13

      capítulo 14

      capítulo 15

      capítulo 16

      capítulo 17

      capítulo 18

      capítulo 19

      capítulo 20

      capítulo 21

      capítulo 22

      capítulo 23

      capítulo 24

      capítulo 25

      capítulo 26

      capítulo 27

      Agradecim entos

      Document Outline

      Folha de rosto

      Créditos

      Dedicatória

      capítulo 1

      capítulo 2

      capítulo 3

      capítulo 4


      capítulo 5

      capítulo 6

      capítulo 7

      capítulo 8

      capítulo 9

      capítulo 10

      capítulo 11

      capítulo 12

      capítulo 13

      capítulo 14

      capítulo 15

      capítulo 16

      capítulo 17

      capítulo 18

      capítulo 19

      capítulo 20

      capítulo 21

      capítulo 22

      capítulo 23

      capítulo 24

      capítulo 25

      capítulo 26

      capítulo 27

      Agradecimentos

     

     

     



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